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4ª edição do Torneio Barbosa de Futsal Feminino chega ao fim

ADCBSB derrota Mitos, e fica com o troféu do torneio

Augusto Fernandes
Especial para o Viver Sports

Entre os dias 1 e 3 de dezembro, o Ginásio da Guariroba, em Ceilândia, recebeu mais uma edição do Torneio Barbosa, que vem se tornando um dos mais tradicionais campeonatos de futsal feminino de fim de ano no Distrito Federal.

Neste ano, o torneio chegou à quarta edição, e 12 equipes brigaram pelo troféu: ADCBSB, ADEF, AJ, Confidente, Cresspom, Mavericks, Mitos, Olimpia/Estrutural, R10, Realeza, Resenha e Terra Agrícola.

Com uma campanha irretocável, a ADCBSB foi a campeã da competição. De forma invicta, a equipe superou o Mitos na decisão, e ficou com o caneco. Além do adversário da final, o time superou Realeza e Resenha, na fase classificatória, e o Olimpia/Estrutural, na semifinal. De quebra, o clube ainda teve Luana como a goleira menos vazada do torneio (sofreu apenas três gols), e Robinha como a melhor jogadora.

Completando o pódio, apareceu o Olimpia/Estrutural, que levou a melhor sobre o Terra Agrícola.

Adriana Barbosa, organizadora do campeonato, ficou feliz com a realização de mais um Torneio Barbosa. Segundo ela, a competição cresce a cada ano. “Já estão me pedindo para que aconteça duas vezes ao ano, uma em cada semestre. Vou cogitar essa possibilidade”, diz.

Apesar de uma confusão manchar a final do torneio, em que uma torcedora foi agredida, e precisou levar oito pontos no olho esquerdo, Adriana acredita que isso não se repetirá nas próximas edições. “A gente fica triste, mas não foi nada que tirasse o brilho da competição”, explica.

Adriana comemora a presença de grandes equipes do cenário candango no seu torneio, e conta que “precisamos de mais campeonatos assim. Temos que valorizar o esporte feminino cada dia mais. Não podemos deixar de lutar”. Ex-goleira de futebol de campo, tendo atuado por equipes como Ceilândia e Gama, além de jogar na Seleção Brasileira, em 2001, ela afirma que “o sonho por uma melhoria no esporte feminino não pode morrer”.

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