2012Editorial

A alegria das categorias de base

As andanças pelo Distrito Federal para cobrir as várias competições esportivas proporcionam muitas descobertas boas. Algumas ruins também, mas ainda bem que elas não se sobressaem às positivas, que são as que nos dão força para seguir em frente, sempre acreditando que pode melhorar ainda mais.

Seja qual for a modalidade, o esporte é vida, garra, prazer, superação. E mais que isso: alegria. Uma sensação maravilhosa que contagia os atletas e em todas as idades. Claro que há os momentos não tão alegres assim, mas esses são superados. Como já falamos muitas vezes, para todo vencedor, há um perdedor. Não tem jeito.

Mas estar à beira de um campo assistindo às partidas de futebol, por exemplo, é poder acompanhar de perto o árduo trabalho dos profissionais que lidam com as categorias de base e também sermos cúmplices dos sonhos de muitos em se tornarem profissionais.

E o empenho da maioria dos familiares, que mergulham de corpo e alma nos objetivos dos filhos, muitas vezes, deixando de lado outros afazeres e compromissos tão importantes quanto o sonho dos pequenos.

Diante de todos os fatores que envolvem uma partida de futebol ou mesmo um campeonato, o melhor é desfrutar da alegria. Os atletas das categorias de base sofrem muito frente às derrotas. Mas têm um poder absurdo de enxugar as lágrimas, olhar para o lado e recomeçar, como se nada pudesse atingi-los por muito tempo.

Os momentos de êxtase, então, são contagiantes. Os jovens sonhadores buscam de dentro da alma uma satisfação tão verdadeira que dá inveja em qualquer adulto. Por serem nosso futuro, não devemos deixa-los perder essa capacidade de sorrir, pular, acreditar e, acima de tudo, realizar.

Existem inúmeras escolinhas de futebol no Distrito Federal. Muitas são fraquias de times consagrados e outro tanto é formado por projetos sociais. Independentemente de qualquer coisa, todas têm os mesmos objetivos e o principal deles é a formação de cidadãos de bem.

Portanto, caros profissionais que lidam que esses jovens, não vamos deixar que a rivalidade ofusque o brilho que tem o trabalho de vocês nessa fase da vida dos jovens. Deixem os sentimentos negativos longe das crianças. Elas é que nos fazem acreditar que o mundo pode ser melhor a cada dia. Pensem nisso!

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