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Brasil oficializa candidatura e Brasília pode receber a Copa do Mundo feminina 2023

Fonte: Superesportes – Correio Braziliense

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) oficializou a candidatura do Brasil para sediar a Copa do Mundo de futebol feminino em 2023. E Brasília é uma das oito cidades que receberão os jogos do Mundial feminino, caso o país seja escolhido. Além da capital federal, Manaus, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre também seriam sede das partidas.

Dos nove países que demonstraram interesse no início do processo, apenas quatro seguem na disputa. Os outros três concorrentes do Brasil na briga para receber a competição são a Colômbia, o Japão, e a candidatura conjunta de Austrália e Nova Zelândia. Todos enviaram o caderno de encargos dentro do prazo. O Mundial feminino 2023 terá 32 seleções (o último teve 24) e seguirá o modelo atual da Copa masculina.

Se o Brasil vencer, será a primeira vez que o país receberá o Mundial feminino. De acordo com a CBF, a aposta é as experiências bem sucedidas da Copa do Mundo de 2014 e do Mundial Sub-17 deste ano. “O Brasil pode abrir novos caminhos ajudando a elevar o futebol feminino a alturas sem precedentes em todo o mundo”, defende Rogério Caboclo, presidente da entidade brasileira, no documento enviado à Fifa.

Brasil oficializa proposta para sediar Copa do Mundo Feminina 2023 | CBF

A última edição da Copa feminina, na França, entre junho e julho deste ano, foi a mais vista da história. Cerca de 1,1 bilhão de espectadores acompanharam a competição no mundo inteiro. Foram 17,2 milhões de pessoas ligadas na TV em média. Um crescimento enorme se comparado à edição de 2015, no Canadá, quando teve 8,3 milhões de média.

A maior competição do futebol feminino organizada pela Fifa também foi sucesso de audiência no Brasil. O país foi o que registrou o maior  índice para a final da Copa do Mundo feminina 2019. A conquista do tetracampeonato mundial dos Estados Unidos sobre a Holanda foi assistida pela televisão por 19,9 milhões de brasileiros.

A repercussão também foi refletida dentro de campo. A CBF contratou a sueca Pia Sundhage para comandar a Seleção Brasileira feminina após a eliminação do Brasil para a França nas oitavas de final da Copa do Mundo.

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