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Cota Mil recebe o Campeonato Brasiliense de Vela Adaptada

Foto: Amavi/Divulgação
Foto: Amavi/Divulgação

Competição é organizada pela FBVA e terá duas etapas, com 12 competidores

Nos dias 13 e 20 de setembro, será realizado o Campeonato Brasiliense de Vela Adaptada, no clube Cota Mil em Brasília, às 8h30. A disputa, organizada pela Federação Brasiliense de Vela Adaptada (FBVA) e com o apoio da Confederação Brasileira de Vela Adaptada (CBVA), acontece em duas etapas e terá um total de 12 competidores. Os vencedores, masculino e feminino, receberão como o incentivo de duas bolsas atletas.

De acordo com o coordenador técnico da FBVA, Bruno Pohl, a iniciativa vai estimular os atletas a terem melhor rendimento e de buscar novos desafios. “Mais do que conquistar medalhas, é fazer com que os nossos atletas superem desafios. Nossa meta com a vela adaptada, modalidade voltada para pessoas com deficiência, é que elas possam praticar um esporte que contribui para melhor qualidade de vida. Também buscamos ampliar a divulgação da modalidade que cresce cada vez mais, e queremos promover uma conscientização e novo olhar da sociedade em relação às pessoas com deficiência, pois elas podem se superar a cada dia”, comenta.

O clube Cota Mil fica localizado no Trecho 2 – Conjunto 26/27 – Lote 2 – SCES Trecho 2 – Lago Sul, Brasília.

Fôlego para as pessoas com deficiência

O Núcleo de Vela Adaptada é voltado para pessoas com deficiência e oferece aulas teóricas e práticas, de terça a sábado, no período matutino. Começou em 2009, pela Federação Brasiliense de Vela Adaptada, vinculada a Confederação Brasileira de Vela Adaptada (CBVA) e filiada ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), e no ano de 2012, foi efetivada uma parceria com o clube Cota Mil e também com diversos voluntários que ajudam a manter o projeto. Em 2013, o núcleo ganhou o apoio de oito barcos, pela Agência Australiana para Desenvolvimento Internacional (Australian Agency for International Development – AUSAID), por intermédio da Embaixada da Austrália.

Bruno comenta que com a nova parceria firmada com a agência australiana, possibilitou o projeto ter dez barcos adaptados e dez barcos convencionais, e consequentemente, a demanda aumentou. Segundo ele, o núcleo vai ampliar novas turmas para período vespertino. Hoje, o projeto já possui lista de espera, que para os coordenadores estão incluídas nas metas estipuladas.

“É motivo de muita alegria, pois grande maioria de nossos alunos têm limitações, podendo ter o diagnóstico de doença rara ou neuromuscular, ou que tiveram algum acidente que causa paraplegia. Eles encontram no esporte uma oportunidade de recomeço. São indicados pelo Hospital Sarah Kubitschek, pelo Cetefe ou pela Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de Funcionários do Banco do Brasil com deficiência”, explica.

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