2012Editorial

O esporte pede a participação de todos

Quando um atleta entra em uma disputa, ele está colocando à prova sua capacidade física e emocional. É nesse momento que todos os seus limites serão testados, inclusive, a paciência e a inteligência. Sim, porque não há como contar apenas com a força, agilidade e sorte para vencer uma disputa.

Por isso, é de grande importância todas as competições para os esportistas. Com elas, os atletas vão conhecer, também, a capacidade dos adversários, suas artimanhas e estratégias traçadas para chegar à vitória. Dessa forma, todos os testes ficam mais dentro do real.

Seja qual for a modalidade esportiva, o intuito é o mesmo. Testar os limites e conhecer o melhor de todos, individualmente ou em grupo. Portanto, é de extrema importância todo o apoio dado à realização das competições.

No Distrito Federal, ultimamente, temos acompanhado mais de perto a participação de alguns políticos que vêm apoiando o esporte, com ajuda na aquisição da premiação, no pagamento de arbitragem e com emendas parlamentares que viabilizam a organização de grandes eventos, que servem para integrar e sociabilizar regiões do Distrito Federal.

Entre os mais atuantes estão os deputado distritais Wasny de Roure (PT-DF), Cláudio Abrantes, Chico Vigilante (PT-DF), Raad Massouh (PPL-DF) e os federais Policarpo (PT-DF) e Geraldo Magela (PT-DF). Não podemos esquecer de Paulo Tadeu, deputado federal que foi nomeado conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal, há poucos dias, mas que há muito atua em parceria com atletas do Distrito Federal.

Desculpem-nos se esquecemos algum nome que seja tão atuante quanto os citados até aqui, mas esses são mais presentes nas arenas do DF. Pelo menos os mais vistos por nossa equipe.

Mas o intuito aqui é chamar a atenção dos demais. Desejamos que as ações desses atuantes sirvam de exemplo e estímulo para os outros parlamentares. Quando todos entenderem que o esporte é primordial para a formação de cidadãos do bem, estaremos em um país de cidadãos campeões. É melhor apoiar os jovens de agora com o incentivo à prática saudável de alguma atividade física, que ter de criar projetos que venham tentar corrigir os infratores do futuro. É bem mais barato para o Estado, sem falar no quanto é mais digno para a população.

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