2011Editorial

Os altos e baixos da derrota

Dizem por aí que para o verdadeiro espírito olímpico, o importante é competir. Sim, mas não tem tanta graça participar de alguma disputa se não for para ganhar. Não é mesmo?

Em parte, sim. Porém, é preciso ter em mente que vencer requer preparação, dedicação até à exaustão e também um pouco de sorte. Mas se todos estão em uma competição, teoricamente, em igualdade, então fica difícil saber quem é o melhor. Mas são os detalhes que farão a diferença em uma decisão. A preparação física, a sabedoria e a paciência são apenas alguns fatores que podem interferir diretamente em um resultado.

A sabedoria, porque é preciso estudar o adversário, saber como ele se comporta e entender que nem sempre será possível decifrar o seu jogo. A preparação física, pois os limites do corpo são, em muitas vezes, nossos maiores adversários. E isso só trabalhando. E a paciência talvez seja uma das mais importantes. Seja qual for o esporte, a danadinha é o que melhor pode ajudar a controlar nossas dificuldades, pois a falta dela pode colocar tudo a perder.

Mas ainda tem um pequeno, mas não menos importante, fator: a superação. Não só dos limites do corpo, mas da mente. A derrota de hoje pode não descer tão bem na garganta, mas deve servir para traçar novos caminhos, para vencer novos desafios e estudar novas fórmulas para chegar à vitória. Sofrer é válido, mas apelar não vai ajudar em nada.

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