2013Editorial

Persistência e coragem para conquistar a vitória

katia-editorialNo Brasil, temos o triste costume de desprezar os vice-campeões, que dirá os atletas de ponta que conseguem se colocar entre os dez mais do mundo. Só respeitamos, mesmo, os campeões. E olhe lá! E também temos outra mania feia e sem lógica de cobrar resultados dos atletas que nos representam mundo à fora, mesmo que esses não tenham tido o apoio devido para sua preparação.

E vamos combinar que preparação esportiva tem custos e muito altos. Mesmo que os atletas sejam de famílias bem colocadas financeiramente, é preciso que haja apoio do Estado para que ele tenha condições de representar o país em competições internacionais.

Neste mês, ocorreu o Mundial de Atletismo, na Rússia. Quem pode acompanhar as principais competições teve a oportunidade de ver, também, que falta na comissão brasileira alguns itens que fariam a diferença, entre eles renovação, treinamento e condições para tal. Nossas principais apostas não são páreos para os grandes nomes mundiais. Não por culpa própria, mas por falta de estrutura e apoio para estarem entre os melhores.

A cobrança em cima desses atletas, nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, será enorme. E exigiremos que eles estejam não como figurantes no pódio, mas no lugar mais alto. Diante disso, vários questionamentos podem ser feitos: O que está sendo feito para isso? Que estrutura está sendo criada para formar atletas de ponta? Qual o apoio estamos dando à base?

Na verdade, todas as atenções estão voltadas para a Copa do Mundo, em 2014. Somento após o grande evento, pensarão nas Olimpíadas. Será que dará tempo? Provavelmente, não!

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