2015Editorial

Programa Boleiros volta no segundo semestre

Enfim, uma boa notícia para alguns esportistas do Distrito Federal. O Boleiros, programa do Governo de Brasília executado pela Secretaria de Esporte que custeia a arbitragem de boa parte dos campeonatos de futebol amador que ocorrem na cidade volta em 29 de agosto. O anúncio foi feito pela secretária de Esporte, Leila Barros, e outros membros da pasta, como Ricarda Lima, secretária adjunta, e Célio René, subsecretário de Esporte.

O anúncio era o que todos do meio esperavam ansiosos, pois o programa é uma ferramenta de apoio às ligas de futebol amador, assim como também promove a integração social e ainda gera emprego para um bom número de árbitros da cidade.

Embora a volta do programa não represente solução de vários problemas gerados desde outubro do ano passado, quando houve a suspensão do pagamento dos árbitros. Por conta disso, muitos presidentes de ligas se endividaram, assim como boa parte teve prejuízo na execução das competições, pois os árbitros, com toda a razão, recusavam-se a apitar pelo programa.

Por mais que o retorno do programa seja comemorado, não é possível passar por cima dos problemas que ocorreram no ano passado e que até o momento ainda é motivo de desconfiança para muitos. Contudo, estamos em uma nova gestão na Secretaria de Esporte e acredito que vale à pena dar um voto de confiança para a secretária, que não mediu esforços para trazê-lo de volta no próximo semestre.

Agradecemos de coração, Leila Barros, mas pedimos, encarecidamente, que a secretaria dê mais assistência às ligas, árbitros e presidentes. Ouça mais as demandas desse grupo, porque embora elas não sejam poucas, se houver empenho, são perfeitamente possíveis de serem atendidas.

Ações em conjunto

Aos presidentes de ligas, fica aqui o meu apelo para que não confundam políticas públicas com apadrinhamento político. Não é pecado buscar ajuda com um deputado, mas entendam que existem 24 distritais na CLDF e que se não houver pelo menos 1/4 deles (6) envolvidos em uma frente para o futebol do Distrito Federal, não iremos a lugar algum.

Há décadas o futebol e grande parte de outras modalidades esportivas já se acostumaram a viver de pires na mão, aguardando as esmolas que nos são prometidas. Está na hora de começar a pensar em ações para o conjunto e não apenas para suprir as necessidades individuais. Fica a dica!

“Quando nos organizamos em prol de um objetivo o fortalecimento é certo. Porém, se pensarmos apenas nas soluções individuais, será difícil sair do lugar
e com dignidade”

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