Cerimônia marcou o sucesso da competição e consolidou o evento como um dos maiores projetos esportivos comunitários do Distrito Federal
Por Giovanna Reis
A cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Ceilândia, que ocorreu no dia 16 de junho no salão Icesc, celebrou mais uma edição do maior evento esportivo comunitário do Distrito Federal. Após semanas de competições em 18 modalidades, a iniciativa reuniu crianças, jovens e adultos, reforçando o papel do esporte como ferramenta de inclusão social e desenvolvimento da comunidade.
Durante o encerramento, atletas, organizadores e representantes do esporte destacaram o crescimento das Olimpíadas, que hoje ultrapassam os limites de Ceilândia e recebem competidores de diversas regiões do Distrito Federal.
Gerente de Esportes de Ceilândia, Tatiana ressaltou que o evento mobiliza praticamente todas as modalidades esportivas presentes na cidade e cria oportunidades para atletas que muitas vezes treinam durante todo o ano sem ter onde competir.
“As Olimpíadas de Ceilândia mobilizam todos os espaços esportivos da cidade. Elas dão oportunidade para modalidades que muitas vezes são esquecidas e mostram o nível dos atletas”, declarou.
Segundo ela, o projeto também evidencia o potencial transformador do esporte. “Depois da educação, o esporte é o maior transformador de vidas”.
Fundador da Liga de Integração Poliesportiva de Ceilândia (Lipoc), João Cleber, destacou que o crescimento das Olimpíadas representa a realização de um projeto construído ao longo dos anos para fortalecer o esporte na cidade.
“Nossa missão sempre foi dar visibilidade ao que acontece em Ceilândia. Hoje o evento rompeu os limites da cidade e recebe atletas de todo o Distrito Federal”, pontuou.
Para ele, o próximo desafio é ampliar ainda mais o número de modalidades e fortalecer novas parcerias para que a competição continue crescendo.
Inclusão e oportunidade que fazem diferença
A coordenadora das Olimpíadas, Juliana Araújo, explicou que a edição deste ano reuniu 18 modalidades esportivas, entre competições coletivas e individuais, contemplando atletas de diferentes faixas etárias e também pessoas com deficiência. “É um evento que abraça todo mundo, desde as crianças até os atletas master e o público PCD. Essa é a grande força das Olimpíadas”.
Quem viveu essa experiência dentro das quadras foi o atleta Kairon Angelo, participante da modalidade de futvôlei misto. Para ele, competir na própria cidade tem um significado especial. “Ceilândia é um celeiro de atletas. Eventos como esse dão oportunidade para as pessoas aparecerem e acreditarem que podem chegar mais longe.”
Kairon acredita que iniciativas como as Olimpíadas ajudam a revelar talentos e fortalecem o esporte nas comunidades. “Quanto maior o evento, mais portas ele abre para quem sonha em seguir no esporte”.
Ao fim de mais uma edição, as Olimpíadas de Ceilândia reforçam sua posição como um dos principais projetos de incentivo ao esporte comunitário no Distrito Federal. Reunindo diferentes modalidades, gerações e regiões administrativas, o evento encerra mais um ciclo com a expectativa de crescer ainda mais nas próximas edições e ampliar as oportunidades para atletas de todas as idades.























































