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Bgirl Rayssa e Bboy Beiço conquistam ouro na estreia do Breaking nas Olimpíadas de Ceilândia

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Estreante nas Olimpíadas de Ceilândia, o breaking realizou seus desafios no dia 30 de março, no JK Shopping, em Ceilândia. A modalidade teve 41 inscritos no naipe masculino e quatro no feminino.

Bgirl Rayssa ficou com a medalha de ouro no feminino; seguida da bgirl Mari, que ficou em segundo. Bgirl Nck fechou o pódio.

Pelo masculino, subiu no lugar mais alto do pódio o bboy Beiço; bboy Negão ficou em segundo lugar; e bboy Kaled fechou a competição em terceiro.

A modalidade, que este ano passa a integrar os Jogos Olímpicos, foi coordenada por Chede Ziad Abou Chacra, 30 anos, conhecido por bboy Ched, presidente da Federação Brasiliense de Dança Desportiva (FBDD).

HISTÓRICO

As Olimpíadas de Ceilândia é o maior evento esportivo comunitário gratuito de todo Distrito Federal. A primeira edição foi realizada em 2010.

A competição movimenta toda rede esportiva de Ceilândia, federações, ligas, associações, CID’s, escolas públicas, além da Gerência de Esportes da Administração Regional da Cidade, Sesc, Universidade Católica, praças públicas, e vários outros espaços da região que ficam tomados para a realização dos jogos que movimentam mais de 20 modalidades.

APOIO/PATROCÍNIO

Nesta edição, a competição conta com os seguintes apoios/patrocínios:

– Senadora Leila Barros R$ 325.000;
– Acic/Sesc Mesa Brasil: 2.540 lanches;
– Administração Regional de Ceilândia
Espaços: SESC, UCB, CED 16 – QNQ, CEM 03 – Ceilândia Sul, Escola Parque de Ceilândia e JK Shopping.

FOTOS: Daniel Marinho/Divulgação

Tem Aruc em dose dupla na final do Brasiliense de Handebol Feminino

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Confronto decisivo será nesta sexta-feira (17), a partir das 20h, no ginásio de esportes do Cruzeiro

Sexta-feira (17), o ginásio do Cruzeiro recebe a decisão do Campeonato Brasiliense de Handebol Adulto Feminino, competição organizada pela Federação de Handebol do Distrito Federal. O confronto inédito tem a equipe Aruc 30+ x Aruc/UnB, a partir das 20h.

O duelo de gigantes promete muitas emoções, afinal, a decisão inédita também traz o duelo entre duas atletas destaques da competição.

De um lado, Haira Lopes, a Hairinha, 32 anos, ponta direita da equipe Aruc 30+. De outro, Vanessa Hack, armadora esquerda, 26 anos, da equipe Aruc/UnB.

Mas a atenção das atletas está voltada para o desempenho no coletivo. Para Vanessa Hack, “a expectativa é que seja um jogo equilibrado e com muita qualidade técnica por parte dos dois times”.

Ela sabe que não será um jogo fácil, mas diz que dará o seu melhor. “Esperamos um jogo difícil e que deve ser decidido só no final, mas estamos preparadas para impor o nosso jogo e queremos sair com a medalha de ouro. Para a Aruc, é o melhor cenário possível no campeonato Brasiliense, tendo as duas equipes que representam o clube na final. Estou bem empolgada com esse jogo e espero fazer o melhor possível pela minha equipe”, comenta Vanessa Hack.

Hairinha credita o título de destaque ao trabalho em equipe. “Acredito que essa referência se dá pelo esforço, pelo desafio, pela vontade de sempre entregar o melhor, pelo trabalho da equipe, o apoio do técnico e comissão, portanto, é uma honra ser reconhecida como uma das atletas destaque desta final”.

Contudo, a atleta logo volta a atenção à final: “Estamos focadas em dar o nosso melhor, treinamos para este momento e estou confiante que a nossa equipe está preparada para fazer um grande jogo”.

“As meninas da Aruc/UnB são muito entrosadas, têm um trabalho contínuo, acredito que será um jogo muito bom de se ver. Estamos mantendo nossa invencibilidade e espero que tenhamos um jogo tranquilo, com poucos erros, e que possamos garantir a vitória”, finaliza Hairinha.

COMISSÕES TÉCNICAS

A expectativa em torno da final é grande também para as comissões técnicas das duas equipes. Leonardo Gomes das Chagas, técnico da Aruc 30+, prefere não dar palpite, mas acredita que será um jogo histórico. “Não sei quem poderá sair campeão, mas tenho uma certeza de que será um jogo para muitos que admiram o esporte como um todo e o handebol em si, perfeito de se assistir e aprender”.

Léo enaltece a qualidade técnica das duas equipes: “A expectativa para a final é muito positiva. Temos o time adulto e universitário da UnB muito bem treinado, volume de jogo muito grande, físico apurado, constância em jogos e campeonatos, sendo hoje uma das melhores ou até mesmo a melhor equipe feminina de handebol de Brasília, contra o time máster, experiente, muito apurado fisicamente também, atletas que, ‘lá atrás’, foram destaques em suas respectivas equipes e hoje encontram-se juntas formando um time muito forte, equilibrado psicologicamente, e que mostra um handebol de alto nível também”, comenta o técnico da equipe Aruc 30+.

Quanto ao destaque de seu time, a Hairinha, Léo rasga elogios a ela e a toda equipe. “A Haira é uma atleta muito experiente, ponta direita da categoria máster, onde é uma certeza de gol, assim como minhas outras atletas também se destacam. Quando somente um atleta marca muitos gols, ou essa equipe faz um coletivo para a certeza do arremesso desta atleta, ou o time fica à mercê somente dessa atleta. Mas a Haira tem tudo: bons resultados devido a sua vasta experiência e também devido ao coletivo da equipe que ajuda ela a arremessar com um espaço generoso que as pontas no handebol gostam muito de arremessar”, analisa Léo.

Otimismo quanto ao nível da partida final também ronda Moisés Vieira, técnico da Aruc/UnB. “Acredito que será um jogo bom. São duas equipes, sendo uma mais nova, com muitas meninas na idade universitária, começando o adulto por agora. E outras mais experientes, como a Vanessa e a Camila, que são as mais velhas dentro do time e com mais experiência. E por isso levam esse destaque e ajudam as meninas a não sentirem a pressão do jogo e a desenvolver o ritmo delas. E na hora que precisa puxar a responsabilidade no momento decisivo, geralmente, são essas duas que o fazem”.

Moisés também aposta em um jogo equilibrado. “Provavelmente será um jogo muito disputado, onde nossa equipe é mais nova, mais jovem, que vem entrando no adulto por agora. Já a outra é mais experiente – equipe 30+ –já tem meninas da idade adulto e já começando a jogar a categoria máster. Então, tem esse lado da experiência a favor delas. Mas cada um das equipes, dentro de suas características, vai tentar impor seu ritmo de jogo. Quem conseguir colocar de forma mais efetiva o seu ritmo e errar menos, provavelmente, vai sair com a vitória”, aposta Moisés.

CONVITE

Para o presidente da Aruc, Robson Oliveira Silva, ter duas equipes da Aruc na final do Campeonato Brasiliense de Handebol é muito gratificante. “As expectativas para a final são as melhores possíveis. Ter duas equipes finalistas demonstra a capacidade profissional de organização do Handebol da Aruc, mesmo diante das necessidades e dificuldades que são muitas, mas o trabalho voluntário dos dirigentes e atletas é importante para darmos sequência e construir a história de vitórias e conquistas nos 63 anos que a Aruc completa neste ano”, destaca o presidente, que segue empolgado com a participação das equipes em certame nacional, em São Paulo, no final do mês.

O presidente aproveita para convidar a comunidade à prestigiar a final inédita.

“Sexta-feira (17/5), às 20h, temos a decisão inédita da competição promovida pela Federação de Handebol do Distrito Federal, no ginásio de Esportes do Cruzeiro – entre o Cruzeiro Velho e Novo – entre as equipes da Aruc 30+ x Aruc/UnB. Venha e traga sua alegria para festejar mais uma conquista esportiva da Aruc”, convida Robson Oliveira.

Confira a classificação final da modalidade Xadrez na 10ª Olimpíadas de Ceilândia

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O Xadrez é uma das modalidades que participar em grande quantidade de atletas das Olimpíadas de Ceilândia.

Nesta edição, a modalidade contou com a coordenação de: AN Agnaldo Braga da Silva, AF Westerley Batista Campos, Lucio Claudio, Laercio Ferreira, Alaide Amorim Lima, Cicera Eleonora Barbosa, Gustavo Augusto Vieira.

A arbitragem ficou por conta da equipe Liga Brasileira de Xabrez (LBX).

Foram disputadas oito categorias: Absoluto, Feminino, Sub 18, Sub 13, Sub 9, Sub 11, Sub 50 e Sub 65.

As partidas ocorreram no dia 27 de abril, no campus da Universidade Católica de Brasília em Ceilândia.

Confira a seguir os resultados por categoria:

CLASSIFICAÇÃO FINAL COMPETIÇÃO MODALIDADE XADREZ

CATEGORIA ABSOLUTO
1º Lugar Ygor de Souza Almeida / Ceilândia Norte
2º Lugar Estevão Luiz Soares / P Norte
3º Lugar  Eduardo Bassani/ P Sul
4º Lugar Stenio Vargas da Silva / Ceilândia Norte
5º Lugar Felipe Botelho Rabelo / P Norte

CATEGORIA FEMININO
1º Lugar Bruna Maria Ferraz dos Santos / Ceilandia Norte
2º Lugar Maria Lucelia de Sousa Aguiar / Ceilandia Norte.
3º Lugar Luisa Eloa B. Marinho  / P Norte

CATEGORIA SUB 18
1º Lugar Filipe Martins Fontinele / P Norte
2º Lugar Matheus Henrique Xavier / Ceilândia Norte.
3º Lugar Gavin Kalebe Ribeiro Barbosa / P Norte

CATEGORIA SUB 13
1º Lugar Pedro Henrique Campos da Rosa Câmara / P Sul
2º Lugar Felipe Ribeiro Souza / P Sul
3º Lugar Caio Oliveira da Arcela Seixas / Ceilandia Leste

CATEGORIA SUB 09
1º Lugar Gabriel Fiorenza Quevedo/ Guariroba
2º Lugar Yago Silva de Oiveira / P Sul
3º Lugar Fernando Ribeiro Sousa / Ceilândia Norte

CATEGORIA SUB 11
1º Lugar Davi Batista da Silva / P Norte
2º Lugar Miguel Campos da Rosa Câmara / Ceilândia Norte
3º Lugar Davi Rios Cardoso / Ceilândia Sul

CATEGORIA SUB 50
1º Lugar Joao Batista de Araujo / P Sul
2º Lugar Nelson Rodrigues Breitman / P Norte
3º Lugar Sebastiao Silva Magalhães / P Sul

CATEGORIA SUB 65
1º Lugar Moises Caetano de Sousa / P Sul
2º Lugar Jose Waldir Silva de Jesus / P Norte
3º Lugar Humberto Caetano de Sousa / P Sul

ATLETAS DESTAQUES

Rafael Mazzochin Machado
Humberto Caetano
Professor Diones Balzani
Professor Rogerio Soares
Professor Luciano Moreira
Ygor de Souza Almeida
Gabriel Fiorenza Quevedo

HISTÓRICO

As Olimpíadas de Ceilândia é o maior evento esportivo comunitário gratuito de todo Distrito Federal. A primeira edição foi realizada em 2010.

A competição movimenta toda rede esportiva de Ceilândia, federações, ligas, associações, CID’s, escolas públicas, além da Gerência de Esportes da Administração Regional da Cidade, Sesc, Universidade Católica, praças públicas, e vários outros espaços da região que ficam tomados para a realização dos jogos que movimentam mais de 20 modalidades.

APOIO/PATROCÍNIO

Nesta edição, a competição conta com os seguintes apoios/patrocínios:

– Senadora Leila Barros R$ 325.000;
– Acic/Sesc Mesa Brasil: 2.540 lanches;
– Administração Regional de Ceilândia
Espaços: SESC, UCB, CED 16 – QNQ, CEM 03 – Ceilândia Sul, Escola Parque de Ceilândia e JK Shopping.

Futevôlei define os campeões da 10ª Olimpíadas de Ceilândia

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Sábado (20), foram realizadas as partidas da modalidade futevôlei pela 10ª edição das Olimpíadas de Ceilândia. A competição foi dividida em três categorias: Misto, Iniciante com C e Elite.

Pela categoria Misto, subiram no lugar mais alto do pódio a dupla Natália Graziely de Sousa Cunha e Vinícius Souza da Silva; em segundo lugar ficou Felipe José Cruz Aguiar e Larissa de Oliveira Ferreira; fechando o pódio, Amanda Safra Medeiros e Arthur Pereira Guedes.

Pela Iniciante com C, Luís Gustavo Melo de Cavalho e Styven de Araújo Lima derrotaram Antônio Paiva Farias Filho e Wisner Fereira de Paula; em teceiro lugar ficou a dupla Rosildo de Sousa Lima e Arthur Peeira Guedes.

Pela Elite, Pedo Henrique Alves Maciel e Rafael Miranda Ribeiro sagraram-se campeões ao derrotarem Eduardo Teixeira Lins Beserra e Eudis da Silva Passos Netos; Felipe Camelo Andrade e Felipe Lopes Bonfim fecharam o pódio da categoria Elite.

A modalidade

Coordenado por Tiago Barros Pereira, 29 anos, o futevôlei encantou participantes e torcedores apaixonados pela modalidade, com excelente nível técnico.

Praticante da modalidade há 6 anos, Tiago conta que o futevôlei figura em Ceilândia há mais de 30 anos. Segundo ele, os pioneiros são “Viola, Zé Pedro, Waltinho e Celsinho”.

O coordenador também destaca seus principais campões. “Os cinco maiores campeões da cidade foram Guilherme, Fernando Rato, Pedro, Davi e Fred”, lembra.

Para Tiago, o que mais chamou a atenção nesta edição foram a estrutura, a organização e o público presente, o que enaltece a prática da modalidade em Ceilândia. “O futevôlei é um esporte maravilhoso que não tem idade para praticar, além de ajudar no desenvolvimento e na educação das pessoas”, afirma o coordenador.

HISTÓRICO
As Olimpíadas de Ceilândia é o maior evento esportivo comunitário gratuito de todo Distrito Federal. A primeira edição foi realizada em 2010.

A competição movimenta toda rede esportiva de Ceilândia, federações, ligas, associações, CID’s, escolas públicas, além da Gerência de Esportes da Administração Regional da Cidade, Sesc, Universidade Católica, praças públicas, e vários outros espaços da região que ficam tomados para a realização dos jogos que movimentam mais de 20 modalidades.

APOIO/PATROCÍNIO
Nesta edição, a competição conta com os seguintes apoios/patrocínios:

– Senadora Leila Barros R$ 325.000;
– Acic/Sesc Mesa Brasil: 2.540 lanches;
– Administração Regional de Ceilândia
Espaços: SESC, UCB, CED 16 – QNQ, CEM 03 – Ceilândia Sul, Escola Parque de Ceilândia e JK Shopping.

10ª Olimpíadas de Ceilândia conhece os atletas mais rápidos da região

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Pelo feminino, Lowane Freitas chegou em 1º; no masculino, Pitágoras Barros foi a 1º a cruzar a linha de chegada

Considerada uma das principais modalidades olímpicas, o atletismo também marcou presença na 10ª Olimpíadas de Ceilândia, reunindo os melhores atletas da região administrativa.

As provas não se limitaram apenas às categorias Adulto (Feminino e Masculino). Houve também a corrida das crianças, dividida em séries ou baterias por faixa etária, sem classificação e premiando os pequenos participantes com medalhas.

A competição ocorreu no sábado (27/4) e teve no naipe feminino a campeã Lowane Freitas, que cruzou a linha de chegada com 23’34’’; em segundo, Eliane do Nascimento Lima Cortes, com 23’38’’; e em terceiro lugar, Verônica Firmino do Nascimento, com 24’49’’.

No naipe masculino, os destaques foram: Pitágoras Barros Barbosa, que venceu a corrida com 17’28’’; Wellington Jorge dos Santos chegando em segundo lugar, com 18’20’’; e em terceiro, Luiz augusto Oliveira Silva, fechando a prova com 18’23’’.

A modalidade contou com a coordenação de Juliano Kleber da Silva; com os árbitros Dayanna Meneses Araújo, Alany Pedro Rodrigues, Patrícia Lima Teixeira, Priscila Lima Teixeira, Jaqueline Lima Teixeira, Márcia Valéria da Silva Ribeiro, Ester dos Santos Moura, Albenes Francisco Souza, Fernando dos Santos Nascimento e Rafael de Alencar Coimbra. Além do batedor de moto, Hortensio de Sousa Miranda.

HISTÓRICO

As Olimpíadas de Ceilândia é o maior evento esportivo comunitário gratuito de todo Distrito Federal. A primeira edição foi realizada em 2010.

A competição movimenta toda rede esportiva de Ceilândia, federações, ligas, associações, CID’s, escolas públicas, além da Gerência de Esportes da Administração Regional da Cidade, Sesc, Universidade Católica, praças públicas, e vários outros espaços da região que ficam tomados para a realização dos jogos que movimentam mais de 20 modalidades.

APOIO/PATROCÍNIO

Nesta edição, a competição conta com os seguintes apoios/patrocínios:

– Senadora Leila Barros R$ 325.000;
– Acic/Sesc Mesa Brasil: 2.540 lanches;
– Administração Regional de Ceilândia
Espaços: SESC, UCB, CED 16 – QNQ, CEM 03 – Ceilândia Sul, Escola Parque de Ceilândia e JK Shopping.

10ª Olimpíadas de Ceilândia: duelos de handebol vão de 6 a 28 de abril

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Presente em quase todas as edições das Olimpíadas de Ceilândia, o handebol forma grandes atletas no Distrito Federal e, em especial em Ceilândia.

Nesta edição, a modalidade é coordenada por Gilberto de Jesus Cardoso. Morador de Ceilândia há 12 anos, Gilberto atuou como jogador durante 30 anos.

O currículo é extenso, tanto na participação de grandes competições quanto nas conquistas.

“Participei da seleção brasileira de handebol, jogando as Olimpíadas de Barcelona (1992); de Mundiais na Islândia, Hungria e Turquia; três jogos pan-americanos”, lista Gilberto, que foi medalha de prata em Cuba e na Argentina; e bronze nos EUA.

Gilberto atuou em vários clubes. No Distrito Federal, Cota Mil, Aruc, Tiradentes (Ceilândia), Braqsília/KFH, UnB, Mega, Faro/Moveon, entre outors; em São Paulo, jogou no Corinthians, Guarulhos, Sírio Libanês e Metodista.

Gilberto lista três técnicos que, segundo ele, são os maiores destaques da modalidade no Distrito Federal: Valdeci, Felipe Cardoso e Wayne.

Para o coordenador, “Ceilândia é um grande celeiro de craques do handebol, fruto do trabalho dos treinadores citados acima, permitindo que atletas sejam convocados para seleções brasileiras de base e muitos jogadores sendo transferidos para outros grandes centros de handebol espalhados no Brasil”.

As histórias de superação são muitas e, mesmo com as dificuldades, segundo ele, técnicos, jogadores, coordenadores se unem para fazer a modalidade, que é uma das mais praticadas nas escolas, acontecer no Distrito Federal”.

HISTÓRICO

As Olimpíadas de Ceilândia é o maior evento esportivo comunitário gratuito de todo Distrito Federal. A primeira edição foi realizada em 2010.

A competição movimenta toda rede esportiva de Ceilândia, federações, ligas, associações, CID’s, escolas públicas, além da Gerência de Esportes da Administração Regional da Cidade, Sesc, Universidade Católica, praças públicas, e vários outros espaços da região que ficam tomados para a realização dos jogos que movimentam mais de 20 modalidades.

APOIO/PATROCÍNIO

Nesta edição, a competição conta com os seguintes apoios/patrocínios:

– Senadora Leila Barros R$ 325.000;
– Acic/Sesc Mesa Brasil: 2.540 lanches;
– Administração Regional de Ceilândia
Espaços: SESC, UCB, CED 16 – QNQ, CEM 03 – Ceilândia Sul, Escola Parque de Ceilândia e JK Shopping.

Vôlei fecha participação na 10ª Olimpíadas de Ceilândia

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Força Feminina conquista o naipe delas e Supervôlei fatura no Masculino

Com participação expressiva de 24 equipes na categoria Juvenil, sendo 12 no naipe feminino e 12 no masculino, o vôlei encerrou sua participação na 10ª Olimpíadas de Ceilândia,dia 21 de abril (domingo), tendo a equipe Força Feminina sangrando-se campeão do naipe Feminino e o Supervolei faturando o título pelo Masculino.

Os jogos aconteceram de 30 de março a 21 de abril, na Praça dos Direitos, IFB Ceilândia e Escola Parque de Ceilândia.

Sob a coordenação de Edmilson Ribeiro de Souza, presidente da Liga Brasiliense de Voleibol (Libravo), a modalidade chamou a atenção pelo número de participantes, o que surpreendeu o coordenador.

“Foi excelente promovermos um evento com times de base juvenil com 12 equipes femininas e 12 masculinas”, comemora Edmilson.

Morador de Ceilândia há 47 anos, Edmilson é uma referência no voleibol. Ele é responsável pela realização de várias competições da modalidade no DF. 

“Faço eventos de voleibol há 18 anos. Iniciei com a Copa Ceilândia e, na sequência, no mesmo ano, criei a Libravo e, de lá para cá, venho fomentando a modalidade”, conta.

Segundo Edmilson, a prática do vôlei em Ceilândia vem de muitos anos e gerou muitos nomes para o Brasil e para o mundo. “O vôlei de Ceilândia vem de muitos anos, desde 1984. De lá para cá, tivemos vários nomes que saíram para voar no vôlei profissional, como o finado Josenias, que jogou no Suzano-SP; Fabíola, levantadora que chegou à seleção brasileira e jogou uma olimpíada; David, atualmente joga na Alemanha; e Matheus Pinta, central, que joga no São José-SP e que também chegou à seleção”, destaca Edmilson.

Nesta edição, além da quantidade de equipes de base (24), o coordenador destaca “a qualidade dos jovens participantes”, que pelo que se viu em quadra durante a competição, a modalidade ainda vai produzir muitos talentos para o voleibol profissional.

HISTÓRICO

As Olimpíadas de Ceilândia é o maior evento esportivo comunitário gratuito de todo Distrito Federal. A primeira edição foi realizada em 2010.

A competição movimenta toda rede esportiva de Ceilândia, federações, ligas, associações, CID’s, escolas públicas, além da Gerência de Esportes da Administração Regional da Cidade, Sesc, Universidade Católica, praças públicas, e vários outros espaços da região que ficam tomados para a realização dos jogos que movimentam mais de 20 modalidades.

APOIO/PATROCÍNIO

Nesta edição, a competição conta com os seguintes apoios/patrocínios:

– Senadora Leila Barros R$ 325.000;
– Acic/Sesc Mesa Brasil: 2.540 lanches;
– Administração Regional de Ceilândia
Espaços: SESC, UCB, CED 16 – QNQ, CEM 03 – Ceilândia Sul, Escola Parque de Ceilândia e JK Shopping.

As competições da 10ª Olimpíadas de Ceilândia seguem a todo vapor

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Neste fim de semana (13 e 14/4), cinco modalidades movimentam os espaços esportivos de Ceilândia. Confira abaixo a programação.

Sábado (13/4)

Os jogos basquete vão movimentar a quadra do CED 16, na QNQ 3, a partir das 15h30.

No Sesc Ceilândia, o futsal começa logo cedo, às 8h30, com jogos de tirar o fôlego. Outro espaço que receberá os duelos da modalidade é o CEM 03, a partir das 14h.

As partidas de handebol vão dominar o CEM 03, a partir das 9h.

Já o Ginásio da Guariroba vai sediar as competições de karatê, a partir das 8h. Promessa de grande público, pois a modalidade movimenta cerca de 600 atletas e com expectativa de receber 1,5 mil pessoas nas arquibancadas.

A partir das 9h, as equipes de vôlei vão movimentar a Escola Parque.

Domingo (14/4)

O Sesc Ceilândia começará movimentado, a partir das 8h30, com as partidas de futsal.

No CEM 03, no período da manhã, a partir das 9h, a galera do handebol promete grandes partidas. No mesmo espaço, a partir das 12h, mais futsal para animar a galera.

No CED 16, na QNQ 3, os jogos de basquete começam às 15h30.

Já os duelos da modalidade vôlei serão realizados no IFB, a partir das 8h.

Confira a programação

Sábado 13/4

– Basquete: CED 16, QNQ 3, a partir das 15h30;

– Futsal: SESC Ceilândia, a partir das 8h30;
– Futsal: CEM 03, a partir das 14h;

– Handebol: CEM 03, a partir das 9h;

– Karatê: Ginásio da Guariroba, a partir das 8h;
– Vôlei: na Escola Parque, a partir das 9h.

Domingo (14/4)

– Basquete: CED 16, QNQ 3, a partir das 15h30;

– Futsal: SESC, a partir das 8h30;

– Futsal: CEM 03, a partir das 12h;

– Handebol: CEM 03, a partir das 9h; e

– Vôlei, no IFB, a partir das 8h.

HISTÓRICO

As Olimpíadas de Ceilândia é o maior evento esportivo comunitário gratuito de todo Distrito Federal. A primeira edição foi realizada em 2010.

A competição movimenta toda rede esportiva de Ceilândia, federações, ligas, associações, CID’s, escolas públicas, além da Gerência de Esportes da Administração Regional da Cidade, Sesc, Universidade Católica, praças públicas, e vários outros espaços da região que ficam tomados para a realização dos jogos que movimentam mais de 20 modalidades.

APOIO/PATROCÍNIO

Nesta edição, a competição conta com os seguintes apoios/patrocínios:

– Senadora Leila Barros R$ 325.000;
– Acic/Sesc Mesa Brasil: 2.540 lanches;
– Administração Regional de Ceilândia
Espaços: SESC, UCB, CED 16 – QNQ, CEM 03 – Ceilândia Sul, Escola Parque de Ceilândia e JK Shopping.

Karatê é certeza de grande público nas Olimpíadas de Ceilândia

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As competições da modalidade começam às 8h, no Ginásio da Guariroba, sábado (13/4)

Uma das maiores ou talvez a maior delegação das Olimpíadas de Ceilândia, o karatê participa das Olimpíadas de Ceilândia desde a primeira edição. Neste ano, são 600 atletas na modalidade. É o evento com maior público no mesmo dia, passando de 1,5 mil pessoas no ginásio durante a competição.

Sábado (13/4), o ginásio de Ceilândia sedia as competições de karatê, a partir das 8h. Certeza de grade público no local para prestigiar os atletas.

A modalidade é coordenada pelo sensei Ronaldo Marques Costa, 45 anos, praticante de karatê há 31 anos. Faixa preta 6º dan karatê Uechi-Ryu, ele é morador de Ceilândia desde 1978.

Ronaldo é presidente da Associação Marques de Artes Marciais. “Neste ano, completamos 25 anos de fundação, trabalhando em prol da modalidade em Ceilândia, no DF e Entorno, que envolve academias, escolas públicas e particulares”, conta o sensei.

Segundo Ronaldo, o projeto está presente em 50 locais de treinos, entre academias e escolas, e possui mais de 3,3 mil praticantes, com idades entre 2 e 60 anos (masculino e feminino).

Com toda essa vivência na região e toda a dedicação ao esporte, Ronaldo colheu frutos. “Fui competidor, levando o nome de nossa cidade em todo o Brasil. Consegui, na realidade competitiva, seis títulos brasileiros, dois pan-americanos e dois sul-americanos. Hoje, estou como técnico, preparando nossos futuros competidores”.

Há 25 anos, o projeto tem nomes que obtiveram bons êxitos competitivos, como o próprio sensei Ronaldo Marques, que tem como técnico Hilton Jansen; Roney Oliveira (técnico Ronaldo Marques); Igor Gonçalves (técnico Ronald Marques).

Atualmente, os destaques são Roney Oliveira e Igor Gonçalves. Ambos participaram do Mundial de Karatê, em Malta, de 21 a 24 de março.

Essa tarefa de formar atletas e cidadãos de bem deixam o coordenador orgulhoso, mesmo sabendo dos percalços a serem vencidos.

E não são poucos os desafios, mas Ronaldo destaca um ocorrido que marcou bastante. “Lembro-me que estávamos preparados para competir em uma seletiva, em Goiás. Não conseguimos o transporte com nossos governantes, mas um apoiador nos ofereceu ajuda. Aguardamos a vinda do ônibus, porém, quando o motorista chegou para buscar a equipe, já atrasado, ele estava bêbado, sem condições alguma de viagem. Resultado: perdemos o campeonato”, conta o sensei.

Mas o ocorrido não desmotivou nem a equipe e muito menos o apoiador, que ficou bastante frustrado com o ocorrido, mas não abandonou a equipe e, segundo Ronaldo, pessoalmente e com a ajuda de outros apoiadores, compensou o ocorrido. “Um mês depois do ocorrido, eles nos levaram para outra seletiva, desta vez em São Paulo. Deu tudo certo e, para a alegria de todos, fomos a equipe com maior número de medalhas”, lembra.

Histórico da modalidade

O coordenador Ronaldo Marques conta que o karatê chegou ao Distrito Federal ainda na década de 1960, com o mestre Takeo Hiyane (1936-2015), que trouxe do Japão, sua terra de origem o estilo Uechi-Ryu.

Nascido em Okinawa, Takeo Hiyane treinou karatê com o mestre Kamei Uechi. Aos 22 anos, atraído pela esperança de uma nova capital, chegou a Brasília em 1961.

Ronaldo diz que o mestre Takeo Hiuane foi um dos seguranças do Palácio do Planalto, em 1967, quando o Brasil recebeu a visita da família imperial japonesa, representada pelo príncipe Akihito e sua esposa.

Naquela época, Takeo ministrou aulas de karatê (estilo Uechi-Ryu) na Polisport e na Rua das Palmeiras, em Taguatinga. Também treinou equipes do Colégio Marista de Taguatinga e propagou seus ensinamentos em Ceilândia.

Ronaldo se emociona com a história da modalidade no Distrito Federal e como ela se mistura à sua história de vida. “A vida nos surpreende. Depois de tantas realizações, quando pensava que já tinha completado minha carreira, como sonhos realizados e grandes conquistas, em 2017, tive a oportunidade de representar nossa cidade (Ceilândia) e o Distrito Federal em Okinawa-Japão – berço do karatê. Vale à pena se dedicar, se esforçar, não desanimar e, na certeza de que Deus sempre tem mais para nós”, lembra.

E completa: “O karatê é uma arte milenar que educa a mente e o corpo. É uma filosofia de vida, não precisa ter idade, basta desejar. Os desafios são grandes, mas nos leva ao crescimento como ser humano. Pratiquem essa bela arte e viva a vida como ela deve ser vivida”.

ADEF/DF estreia nesta sexta-feira (12/4) na Liga Feminina de Futsal

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A maior competição de futsal feminino do País está de volta para a temporada 2024. Com o total de 12 equipes de rendimento, a fase classificatória da Liga Feminina de Futsal (LFF) é disputada de abril a setembro em turno único, selecionando quem avança na busca pela taça.

Para dar início, nesta sexta-feira (12/4) a ADEF fará a sua estreia em São Paulo, contra o vice-campeão da LFF 2023, Taboão Magnus, no Ginásio Zé do Feijão às 20h15min. O jogo será aberto ao público e já possui ingressos à venda e os torcedores podem comparecer para assistir e apoiar o elenco. As informações sobre transmissão podem ser obtidas nas redes sociais da ADEFDF.

Após o primeiro confronto, a ADEF voltará às quadras no domingo (14/4) para enfrentar o São José Futsal Feminino, em São José dos Campos, às 18h.  Já na sexta-feira (19), a disputa será em casa, frente ao Barateiro Havan de Brusque, no próprio ginásio da APCEF-DF, às 19h30.

Além da Liga, a equipe ainda estreia pela Copa do Brasil, dia 27/4, contra o Instituto Tocantins Hoje. O duelo será em Brasília, às 16h, e finaliza o primeiro mês do calendário de competições.

Desde o início do ano, a ADEF tem se preparado intensamente, com treinos e amistosos para melhor qualificar as atletas e maximizar o desempenho do time. Com a chegada de reforços e o trabalho técnico e tático da pré-temporada, a expectativa é de que os resultados sejam positivos para o ano de 2024.

A ADEF-DF é patrocinada por Eletrobrás e MGA turismo e tem apoio de APCEF/DF, UNIP, Escola Fátima, ABO Taguatinga, UTI VIDA, Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal e Governo Federal.

Fotos: Lucas Rodrigues

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