O Cruzeiro conquistou a Libertadores Feminina logo em sua primeira participação. Na final disputada no sábado (31), no Estádio Casa Blanca, em Quito, no Equador, as Cabulosas buscaram o empate por 4 a 4 depois de estarem perdendo por 3 a 0 para o Corinthians e venceram nos pênaltis por 5 a 4. A goleira Camila defendeu a cobrança decisiva de Gi Fernandes.
Ao contrário da competição masculina, a Libertadores Feminina é disputada inteira em uma única cidade. Em 2026, a sede foi a capital equatoriana.
O Corinthians dominou o primeiro tempo e foi para o intervalo vencendo por 2 a 0, com dois gols de Gabi Zanotti: o primeiro de cabeça e o segundo aproveitando um erro na saída de bola do Cruzeiro. Logo aos três minutos da etapa final, Vic Albuquerque ampliou.
A reação começou antes dos dez minutos, com gols de Byanca Brasil, artilheira da competição com seis gols, e de Vitória Calhau, de pênalti. Aos 22, Vic Albuquerque marcou de novo e fez 4 a 2. O Cruzeiro não desistiu: Ketlin diminuiu de cabeça após escanteio e Letícia, também de cabeça, empatou nos acréscimos.
Nas penalidades, cada time desperdiçou duas cobranças chutando para fora. Nas alternadas, Gi Fernandes bateu fraco e Camila defendeu, garantindo o título inédito.
Eliminado pelo próprio Corinthians nas quartas do Brasileirão, o Cruzeiro garantiu vaga na Libertadores de 2027. Já o Timão, que perdeu o Brasileirão para o São Paulo e teve interrompida a série de três títulos seguidos da Libertadores, fecha uma temporada abaixo do habitual.
Foto: © Gustavo Martins/Cruzeiro | Fonte: Agência Brasil



















